
Contos de platypus 1
Era hora de o sol fugir.
Ela encontrava-se sentada na janela, numa posição que não se percebia de era de dor ou de desejo de almas frescas.
Ali parada ,o seu calor e pressa de domínio parecia ridícula e ao mesmo tempo majestosa como uma deusa onde os séculos dilataram toda a sua inspiração.
Com um salto breve e felino desceu da janela mal viu a lua a chamar.
O seu olhar tinha mais de mil fogos, o seu rosto uma máscara, máscara que só caiu quando chegou junto dele.
Vi a agachar-se em cima dele de forma letal e majestosa que lhe é peculiar, e tomá-lo em toda a força que a carne com tesão pode conter.
Agora pertencem lhe o bem e o mal,
o êxtase, o remorso e a mágoa, as pessoas ,os castelos e o tempo que a fez. .
platypus